quarta-feira, julho 28, 2004

Pedalando na Serra do Iguariaçá II

Saí do distrito de Ernesto Alves cruzando a velha ponte de ferro sobre o rio Rosário.


Pedalei até a ponte da BR 287 que corta o rio Rosário.


Seguindo adiante entrei à direita numa trilha que leva aos trilhos.


Pelos trilhos fui pedalando até a antiga ponte ferroviária.


Retornei à ponte da Br 287 . Dali dá para ver a ponte ferroviária.

Retornando mais um pouco, entrei numa trilha que vai na direção leste até o local chamado Calça Botas, onde passa o rio Curuçu quase na sua afluência com o rio Rosário. Quando guri eu costumava acampar e pescar por ali.


Atravessei o rio com a bicicleta sobre os ombros. Tive de retirar algumas roupas e os calçados. A água estava bem gelada.

Entrei no mato, pulei uma cerca e fui parar num campo onde havia gado chucro. Estava difícil de achar o caminho, nem trilha havia. Nesse ponto quase dei meia volta.


Mas aos poucos foi surgindo uma trilha crescente. Segui por ela.

A trilha deu numa estrada no mato.

Pela estrada segui até a localidade de Linha 1, onde havia uma igreja antiga no meio do campo.

Pedalando mais uns dois kilômetros cheguei à famosa gruta Nossa Senhora de Fátima, uma das maiores grutas subterrâneas da América Latina.

Ali tinha umas escadarias boas para quem gosta de trilhas chamadas "técnicas".

Da gruta peguei a VRS 325 que vai de Nova Esperança do Sul até a localidade de Curuçu.


Peguei a BR 287 e fui em direção a Santiago-RS, passando pelo distrito de Picada do Funcho, Vila Branca, Cerca de Pedra e Vila Betânia.

Em Santiago-RS pedalei por várias ruas calçadas com paralelepípedos.