domingo, agosto 16, 2009

Vila Fão



Pedal feito em 16 de agosto de 2009 nos arredores de Vila Fao (RS)
Eu e Alberto
Distância pedalada: 43 km
Altitude máxima: 550 m

No retorno do salto do Youcuma passamos perto de Vila Fão. Era um vilarejo proximo a Lajeado, no derredor do qual eu ja havia pedalado ha anos na velha sundown full. Naquela ocasião arrebentou o cabo do câmbio traseiro e eu tive de ir até Lajeado levar a bike para conserto. Não desisti e no dia seguinte comecei a empreitada de subida dos morros.

Quase paramos no nosso retorno do salto para pedalar um pouco ja que o pedal por lá tinha sido mirrado. Mas como já haviamos pedalado por lugares antes nunca pedalados, resolvemos pedalar outro dia.

Assim fizemos depois de um mês, partindo motorizados de Porto Alegre indo até o pedágio caro da BR onde nos abastecemos de agua mineral e estacionamos o carro. Eram mais ou menso 13 hs quando começamos a pedalar na direção de vila fão passando por baixo da ponte sobre o arroio Fão
O trecho em questão não era dos mais amigáveis, tive a impressão de que o pedal na sundown ful havia sido bem mais fácil. Sabia que o pior haveria de chegar. A subida vertical começaria a partir de Vila Fão rumo à estrada que leva a Progresso. Pedalamos com calma num sobe e desce parando seguidamente para tirar fotografias... entramos numa estrada vicinal lamacenta na beira do rio onde embarramos bastante as rodas das bikes e os tênis.


Logo ao chegar em Vila Fão fomos para um bar onde tomamos um refrigerante e um pessoal morador da região que estava por lá veio nos fazer perguntas. De onde vínhamos, para onde íamos... -Vamos pedalar nos morros e quanto mais inclinado for melhor.
Eles nos deram uma porção de dicas que não sei se foram seguidas. Ao final da explicação do povo, pegamos o velho caminho pedreira no qual eu havia pedalado ha 5 anos na velha sundow full e onde havia arrebentado o cabo do câmbio.

De Vila fão até a RS fou uma tortura. A subida era praticamente ininterrupta e de grande inclinação. Subimos 650 m em uns 18 km, passando por chácaras, plantações, matagais, carros de boi... Ao nos aproximarmos da RS paramos debaixo dum é de bergamoteira para nos nutrirmos e matarmos a sede.

A RS é um asfalto estreito com pouco movimento. Paramos no caminho para apreciar as esculturas de pedra do seu José, que falou bastante sobre como havia feito tudo aquilo com as pedras que encontrou no local. Ao fim do trecho asfaltado e quase na BR tivemos o prazer de um descidão repleto de curvas o que nos encheu de adrenalina. Ali naquela mesma descida uma vez eu havia quebrado me record de velocidade usando a sundow full. Cheguei aos 69 km/h próximo à BR.

De volta ao pedágio analisamos o pedal de forma positiva, de bom tamanho e apropriado para nosso preparo físico atual. Colocamos as bikes no caro e retornamos à Porto Alegre, chegando à noite com uma sensação de termos feito um pedal gratificante e relativamente perfeito.

domingo, julho 05, 2009

Salto do Yucumã

(in english after the portuguese)



Dentre os lugares que estivemos nos pedais por estes pagos, o salto do yucumã sem dúvida destaca-se pela peculiaridade de ser um acidente geográfico curioso. Toda a extensão em largura do rio Uruguai cai lateralmente e de repente numa fossa de 2 km de extensão, uns 15 m de largura e 100 m de profundidade. Não se percebe a magnitude desse acidente porque a fissura na rocha está repleta de água até a borda, mas se por algum recurso artificial ou natural as águas fossem desviadas e o abismo esvaziado, tomaríamos plena consciência de estarmos à beira de um buraco longitudinal da altura de um prédio de 30 andares.



Há cerca de dez anos eu observava o salto nos mapas de papel. E foi na através da propaganda de uma jornalista local que minha curiosidade sobre a região do noroeste do estado gaúcho se inflamou. Então decidi ir até lá para conhecer a fissura, entre outros pontos turísticos de menor importância.



Partimos motorizados de Porto Alegre eu e o grande companheiro de pedal e amigo Alberto até a cidade de Tenente Portela. Percorremos 500 km de carro até chegarmos lá com uma vontade imensa de pedalar. Ficamos no Salto Grande Turis Hotel e já de inicio nos informaram que era proibido pedalar dentro do parque estadual do yucuma, para evitar que ciclistas desavisados fossem comidos por onças ou mesmo sucuris caso parassem no caminho para trocar pneu ou beber gatorade.





Na manha seguinte o proprietário do hotel nos confirmou a impossibilidade de se pedalar dentro do parque, e também informou que era impossível se ir da portaria do parque ao rio Uruguai a pé, pois assim facilitaria o ataque das onças ou “mão peladas” a espreita no mato procurando alimentos. Resolvemos ir de carro levando as bicicletas conosco, para tentarmos convencer o guarda florestal de que ciclistas tem pernas duras e não são um bom prato para os animais selvagens.



Mas não fomos persuasivos o suficiente, então rodamos até as proximidades do rio de carro e ali pegamos uma das bicicletas para podermos ter o gosto de pedalar nas pedras fazendo algo tipo trilha em terreno considerado de dificuldade média onde nunca ninguém havia pedalado antes.





Um local de certa forma tenebroso e deserto. Depois de cerca de duas horas de caminhada por ali deixei nas pedras os percalços sugados pelo buraco fundo cheio de água até aborda. Saímos daquele lugar com a intenção de nunca mais voltar visto que era de certa forma de difícil acesso e distante da capital. Enfim, um fim de mundo.



Seguimos em direção a Frederico Westfalen onde pretenderíamos passar a noite. Era cerca de 16 hs quando chegamos no Hotel Mane. Largamos nossas sacolas e fomos pedalar até a localidade chamada Faguense. Com cinco quadras de pedal e no inicio da primeira lomba forte arrebentou a correia da minha bicicleta. Demos sorte porque o incidente ocorreu bem em frente à melhor oficina de bicicletas da região. Só que ela estava fechada. Mas nos disseram que o dono estava num bar ali perto. O proprietário Mario teve o inconveniente de abrir a loja, consertar a correia e ainda não quis cobrar nada.



Logo mais estávamos pegando um descidão de paralelepípedo até o campus da UNIJUI e uma cascata do parque Faguense.














Continuamos por uma estrada estreita de chão batido onde quase que dou de cara com um arame farpado atravessado no caminho. Retornamos à rodovia e onde pedalamos um bom trecho para chegar de volta à cidade, loucos de fome. Fomos a uma pizzaria que ficava ao lado do hotel onde comemos um rodízio e depois fomos descansar para a longa viagem de retorno à capital.




Videos:







Mais informações:

http://www.turismoyucuma.com.br/site/index.php?pg=principal


Yucumã Fall

Among the places that we've been for these pedals, the Yucumã fall certainly stands out for the peculiarity of being a curious accident of geography. The entire length of the width of the Uruguay River falls sideways and suddenly a pit of 2 km in length, about 15 m wide and 100 m depth. They don´t realize the magnitude of the accident because the cleft in the rock is full of water to the edge, but if by any artificial or natural resource waters were diverted and emptied pit, we would fully aware that we are on the verge of a longitudinal hole height a building of 30 floors. About ten years I watched the leap from paper maps. And it was through the propaganda of a local journalist that my curiosity about the region of northwestern Rio Grande do Sul state ignited. So I decided to go there to see the fissure, among other sights of lesser importance. We started motorized from Porto Alegre city, me and the great companion friend Alberto to the city of Tenente Portela. We traveled 500 km driving to get there with an urge to ride. We stayed at the Hotel Salto Grande Turis already beginning and told us it was forbidden to ride into the state park Yucumã to prevent unsuspecting cyclists were eaten by jaguars or anacondas case stop on the way to changing a wheel or drink gatorade. The next morning the owner of the hotel confirmed that it was impossible to ride in the park, and also said it was impossible to go from the park entrance to the Uruguay River walking, as this would facilitate the attack of ounces or "hand peeled" lurking the woods looking for food. We decided to go by car taking the bikes with us, to try to convince the warden that cyclists have legs stiff and are not a good food for wildlife. But we were not persuasive enough, then we run up to the vicinity of the car there and got one of the bikes to have the pleasure of riding on the rocks doing something like tracks on land considered of medium difficulty where no one had ever cycled before. A site somewhat dark and deserted, after about two hours walking around there let the rocks suck my troubles to the deep hole full of water. We left that place with the intention of never coming back because it was somewhat difficult to reach and far from the capital. It was something like the end of the world. We continued toward Frederico Westfalen where we intented stay the night. It was about 16 pm when we arrived at the Hotel Mane. We dropped our bags and we were cycling to the place called Faguense. With five blocks of the pedal at the beginning of the first strong hill the belt broke on my bike. We were lucky because the incident occurred right in front of the best bike shop in the region. But it was closed. We were told that the owner was in a nearby bar. The owner Mario had the disadvantage of opening the shop, fix the belt and still would not charge anything. Soon we were taking a big descent cobbled to the campus UNIJUI and a waterfall park Faguense. We continued in a narrow road of packed dirt where I almost ran into a barbed wire that crossed the road. We return to the highway where we ride and a relatively long way to get back to the city, mad with hunger. We went to a pizzeria that was next to the hotel where we ate pizza and then we went rest for the long return trip to the capital.

terça-feira, junho 09, 2009

Mariana Pimentel - RS

(in english after the portuguese)



Saímos motorizados de Porto Alegre em direção a Mariana Pimentel-RS por volta das 11 hs. Paramos para almoçar no mesmo restaurante da BR 116 onde almoçamos por ocasião do pedal entre Tapes e Porto Alegre, há dois anos. Por volta das 13 hs estávamos no local, prontos para o pedal que consistiria em subir o cerro negro, visitar a pedra equilibrada e as cascatas do chicão e português.



Subir o cerro negro aparentemente seria a parte mais difícil, e como era inicio da tarde partimos rumo ao topo, enfrentando cedo o desafio.





Mas o pedal foi centrípeto numa espiral que nunca chegava ao centro, e terminou numa lavoura de batatas.
Descobrimos na prática e na teoria que o topo era praticamente inacessível para ciclistas.







Com 13 km rodados na espiral, partimos em direção à pedra equilibrada por uma estrada de terra em bom estado, lisa como asfalto, mas estilo montanha russa. No caminho, a 3 km da cidade, aproveitamos para visitar a cascata do chicão.





A pedra equilibrada sem dúvida era alguma coisa no mínimo um pouco diferente do que estamos acostumados a ver. Era algo semelhante a um enorme capacete de ciclista maciço e pontudo, equilibrado sobre um selim de pedra.






Na volta a cachorrada das proximidades da pedra equilibrada desistiu de perseguir as bicicletas, e até fugiram da gente, porque para abrir a porteira tivemos de descer das bikes e caminhar.
Alguns cachorros sentem-se mais atraídos pelo conjunto bicicleta/ciclista do que pelos ciclistas apenas; estes lhes assustam, talvez pelas calças justas, capacetes brilhantes, óculos escuros e caminhar robótico por causa das sapatilhas.






Mas na volta para a cidade, a procurar a cascata do português, uns quatro cachorros muciços, que aparentemente não faziam distinção entre bike, ciclista ou o conjunto todo, vieram correndo ao nosso encontro para morder se possível até nossos capacetes brilhantes.
Por sorte um deles trompou no outro, e desentenderam-se. Vi dentes relampeando numa briga de cuscos homérica, e um barulho de rosnar horrível e assustador como se fossem trovões.
Sem nos demorarmos na contemplação da peleia, aproveitamos para fugir dali pedalando forte numa subida.




Depois do cerro negro, a cascata do chicão, e a pedra equilibrada, faltava a cascata do português. E já estávamos exaustos com apenas 30 km de pedal sobe-desce.
Apesar de levarmos um GPS que apontava sempre para a cascata, não achávamos caminho pedalável até ela. Enquanto meu companheiro foi pedir informações sobre como chegar na cascata, me escorei na bike na beira da estrada poeirenta.




Seja pelo cansaço, seja pela preguiça, perdi o equilíbrio e percebi que estava caindo abraçado com a bike. De repente e por instinto dei uma cambalhota por cima da bicicleta e duma valeta, um movimento complicado que aprendi nos cursos de aikidô, mas caí ileso, ficando coberto de pó. Meu companheiro gritou “-Como tu fez isso?"
Eu respondi que aquela pirueta era apenas uma simples memória corporal das aulas de aikidô, que freqüentei não para aprender a me defender, mas sim para aprender a cair tombos de bicicleta.





Para completar o pedal fomos até a cascata do português. Se a ida foi no crepúsculo, a volta foi sob a penumbra duma lua cheia. Pedal noturno e sem farolete, numa noite fria e por uma estrada larga, que parecia nunca chegar ao destino...


Videos:







Total pedalado: 40 km


Mariana Pimentel city

We left Porto Alegre city in a car, toward Mariana Pimentel-RS around 11 pm. We stopped for a lunch in the restaurant in BR 116 road in the same restaurant where we had lunched six years ago when we made a trip betweenTapes and Porto Alegre. Around 13 pm we were on site, ready to pedal that would be a climb to the black hill, visit the stone balanced and cascades of Chicão and Portuguese. Go up the hill apparently would be the hardest part, as it was early afternoon we started towards the top, facing the challenge early. But the pedal was a centripetal spiral that never came to the center, and ended in a crop of potatoes. We concluded in practice and in theory that the top was virtually inaccessible to cyclists. With 13 km running in the spiral, we started toward the stone balanced by a dusty road in good condition, smooth as asphalt, but style roller coaster. On the road, 3 km from the city, we took the time to visit the waterfall Chicão. More about seven kilometers we arrived near the balanced rock, with many dogs after us. We went through a gate and a pig sty, a foot on the grass, up the stone. Without doubt it was at least something a little different than we are accustomed to see. It was like a huge cyclists helmet and pointed, balanced on a saddle of rock. Back to dogs in the vicinity of the stone balanced they withdrew to pursue the bicycle and fled before us, because we had to open the gate to drop the bike and walk. Some dogs feel more attracted by the whole bike/rider than only by cyclists, they scare them, maybe the tights, shiny helmets, sunglasses and walking robotic because of slippers. But back to the city about four big dogs, which apparently did not distinguish between bike, cyclist or the whole thing, came running to us to bite if possible our shiny helmets. Luckily one crashed in other in the other, and falling out among themselves. I saw a row of teeth shinning and a horrible sound like a thunder. Without delay in contemplation of the fight we took the opportunity to run away in a strong cycling in a hill. After the Black Hill, the cascade of Chicão and balanced stone, missing the cascade of Portuguese. And we were yet exhausted with only 30 km of up-down pedal. Despite taking a GPS that always pointed to the waterfall we didn´t find cycled roads to there.
While my partner was asking about the location of the waterfall, I scored in the the bike in the dusty roadside. Whether the fatigue is the sloth, lost the balance and I realized I was falling with bike and everything. Suddenly and instinctively I took a tumble over the bike and the ditch, a move I learned in complicated courses of Aikido, I took a tumble over the bike and fell unharmed but covered with dust. My companion shouted "-How did you do that?”
I replied that this stunt was just a simple body memory of the lessons of Aikido, which I took not to defend me but to learn how to fall down from bicycles. To complete the pedal we went to the cascade of Portuguese. If the trip was in the dusk, the tour was under the shadow of a full moon. Pedal at night and without spotlight, on a cold night and a large road, which seemed never to reach the destination ...

domingo, maio 17, 2009

São Sebastião do Caí



Novamente nos encontramos em frente ao shopping barra sul e dali partimos rumo ao centro da capital gaúcha. Pegamos carona com o tremsurb até São Leopoldo-RS.




Estava frio e no início tivemos de pedalar abrigados contra um vento incomodativo. Entramos no bairro Scharlau pela RS 122 em direção a Portão-RS e São Sebastião do Caí-RS.

Asfalto com excelente acostamento, pedalamos até dar fome quando paramos no posto Texaco já bem próximo a São Sebastião. Comida excelente o que nos fez exagerar na dose e consequentemente reduzir a velocidade do pedal.




















Em S. Sebastião tiramos algumas fotografias e fizemos a digestão do churrasco, então seguimos pela rua Montenegro, uma estrada asfaltada que vai em direção a Pareci Novo-RS.







Atravessamos a ponte sobre o rio Caí seguindo no mesmo caminho leva a Harmonia-RS mas entramos a esquerda numa estrada de chão batido ou melhor, barro socado. Ela margeia o rio Caí, passa por vetustas construções em ruinas e está em vias de ser asfaltada.





Em Pareci Novo pegamos asfalto novamente, até a BR 287. Re-cruzamos o rio Caí e logo em seguida enfrentamos uma montanha russa de pequeno porte até as proximidades de Capela de Santana-RS, onde tive de retirar o velho moletom devido ao esforço inesperado daquele sobe-desce.

A BR 287 vai até o pedágio da RS 122.

Ali retornamos ao caminho anteriormente pedalado, seguimos de volta a São Leopoldo onde novamente entramos no tremsurb para ir de volta ao centro de Porto Alegre.



Partindo do centro, cruzamos a esquina democrática, e fomos em direção à zona sul. Ao passarmos pelo estádio gigante da beira rio, topamos com toda a torcida do inter que saia do estádio feliz da vida devido à vitória sobre o palmeiras por 2x0. Desvencilhados da turba enfim chegamos de volta ao lar com 110 km pedalados.




Videos:




segunda-feira, abril 27, 2009

Mato Fino (Cascatinha)



O meu fiel parceiro de pedal e eu nos encontramos em frente ao barra shopping sul por volta das 10:00 hs.

E dali ganhamos a Avenida Beira Rio com velocidade, num pedal rumo à Cachoeirinha-RS via Avenidas Sertório e Assis Brasil.



Atravessamos a zona metropolitana com poucas paradas, nas imediações do sítio do Beto paramos para almoçar. Era mais de meio dia, saboreamos uma costela assada num restaurante simples de beira de estrada. Depois de uma boa prosa continuamos o passeio.



Passamos pela localidade de Morungava e logo mais adiante entramos a esquerda, subimos uma elevação de onde se avistava a fábrica de automóveis GM entre outras coisas.



Logo mais um descidão e um campo. Pedal entre o gado leiteiro, campo lindo, mato fino, entravamos no nosso destino quando um vigilante com colete de guarda nos abordou: 15 reais.
-O que? Só queremos olhar... pode ser 5?
Assim foi.

O camping vazio, cavalos pastando. Lindas cascatas surreais. Um lugar de poder nos meses de baixio. Ficamos ali sentados olhando para o brilho da água nas pedras escuras e a alvura das espumas do rumor da queda d'água.



Meia hora naquela contemplação e com poucas palavras, montamos nas nossas bikes e encaramos um subidão para chegar ao asfalto.
Depois um pedal pachorrento até a RS 118 com uma parada para repor o potássio à base de coca-cola, na RS 118 parece que acordamos: a velocidade apareceu e o acostamento sumiu.
Verdadeiro chão batido de cascalho solto, e um movimento incessante de automóveis e caminhões. Pedal entre um casario de gente humilde por aquele asfalto em decomposição, até chegarmos em Sapucaia do Sul-RS onde pegamos carona com o trensurb de volta ao centro da capital gaúcha.

Total pedalado: 107 km